kafka, a barata e o brilho, ou nada que ver…

Por John Naughton
Quando buscam um adjetivo para descrever nosso mundo conectado em rede e amplamente vigiado – marcado pela Agência Nacional de Segurança (NSA) em uma ponta e por Google, Facebook, Yahoo e companhia na outra –, “orwelliano” é a palavra que as pessoas geralmente usam. Mas “kafkiano” parece mais apropriado.
O termo é convencionalmente definido como “ter uma qualidade absurdamente complexa, bizarra ou ilógica”, mas Frederick Karl, o mais assíduo biógrafo de Franz Kafka, comentou que isto não vai ao ponto principal. “Kafkiano”, ele disse certa vez ao New York Times, “é quando você entra em um mundo surreal em que todos os seus padrões de controle, todos os seus planos, todo o modo como você configurou seu próprio comportamento começam a desmoronar, quando você se vê contra uma força que não se presta à maneira como você percebe o mundo.”

a continuação está no sítio da “carta capital”

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